ACCS Meio Ambiente

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Estão disponíveis a seguir informações sobre as ACCS 2014.1 relativas ao Meio Ambiente:

Ação pedagógica contábil-financeira: tecnologia social para geração de renda e preservação ambiental

Auristela Felix de Oliveira Teodoro – Faculdade de Ciências Contábeis

Nas ACCS anteriormente desenvolvidas, o público-alvo foram estudantes do ensino médio de escolas públicas da cidade de Salvador – BA. Práticas de ensino e extensão foram vivenciadas em bairros do subúrbio (onde residem famílias de baixa renda e considerados de elevados índices de violência social) com foco na educação contábil-financeira, formação cidadã, análise crítica, empoderamento e autonomia financeira. Fizemos um trabalho de sensibilização e conscientização da importância das atividades empreendidas e tivemos resultados importantes: alguns alunos das escolas públicas hoje são alunos da Universidade Federal da Bahia/Faculdade de Ciências Contábeis, capacitamos estudantes para serem multiplicadores na ACCS, contribuindo para a produção do conhecimento e à qualidade no processo de ensino-aprendizagem.
Na presente ACCS, prossegue-se com o trabalho desenvolvido aproveitando as experiências e vivências anteriores. Serão tratados conteúdos/temas relacionados à ação pedagógica contábil-financeira enquanto uma tecnologia social com enfoque na geração de renda e preservação ambiental em comunidades, grupos sociais e movimentos populares que estão em situação de vulnerabilidade social localizados nas vizinhanças da Rodovia BA-099, atendendo famílias em situação de pobreza dos municípios de Camaçari e Mata de São João. As atividades serão desenvolvidas em zona rural no interior da Bahia, a fim de que se possa atuar no empoderamento de famílias, grupos ou comunidades que trabalham com artesanato, agricultura familiar, reciclagem, dente outras atividades, possibilitando a diminuição da desigualdade social. Assim, através de seu trabalho possam conseguir ter autonomia financeira provendo o sustento familiar, possibilitando outras fontes de renda como o desenvolvimento do potencial turístico da região.

Mapeamento Biorregional Participativo em comunidades costeiras tradicionais como ferramenta para educação ambiental e empoderamento territorial

Miguel da Costa Accioly – Instituto de Biologia

Esta proposta busca manter as atividades de extensão desenvolvidas em comunidades costeiras tradicionais dando apoio aos trabalhos de consolidação e ampliação da dinâmica produtiva solidária e tecnologia ambiental, num período de 12 meses. Tal intento compreende ações de extensão acadêmica buscando o envolvimento de elementos e atores das diversas etapas da cadeia produtiva, promovendo o fortalecimento do trabalho cooperativo, articulando ações de promoção de controle sanitário e de saúde no trabalho, produção e consumo sustentável de ostras e, também, de co-manejo de atividade extrativista em bancos de moluscos numa perspectiva transversal de valorização dos saberes tradicionais e do respeito à diversidade de gênero e etnia. O objetivo geral é apoiar a formação da Rede de Ostreicultura Familiar da Bahia a partir da produção participativa de Mapeamentos Biorregionais para Educação Ambiental; e do monitoramento da produção de ostras e lambretas na região.

Percepção dos efeitos dos agrotóxicos sobre a saúde humana e ambiental através de uma abordagem transdisciplinar

Debora de Lucca Chaves Preza – Instituto de Biologia

A disciplina discute o conceito e os efeitos deletérios dos agrotóxicos, levando em conta aspectos políticos e sociais. A importância do tema se dá pelo fato do Brasil ser o maior consumidor de agrotóxicos do Mundo e que a agropecuária no Brasil registra o segundo maior índice de acidentes de trabalho entre todas as atividades econômicas, sendo que vários estudos apontam que dentre estes acidentes, os com agrotóxicos se situam em terceiro lugar. Na Bahia, o Centro de Informações Anti-Veneno (Ciave) registrou, em 2007, 1106 casos de intoxicação por agrotóxicos. Desse total, 49 foram a óbito, resultando numa taxa de letalidade de 4,4 %. Com este projeto, espera-se estabelecer um diálogo profícuo entre a Universidade, comunidade de agricultores convencionais de Conceição do Jacuípe (BA), sociedade civil e representantes do poder público municipal na implementação de soluções para a problemática dos agrotóxicos e, no âmbito urbano, espera-se que a discussão propicie ações de sensibilização e divulgação dos riscos associados ao uso de agrotóxicos domiciliares. Esta ACC terá como foco o município de Conceição do Jacuípe (BA), por ser grande produtor de hortaliças e onde este tipo de cultura representa uma importante fonte de renda familiar. Conceição do Jacuípe (BA) é o segundo maior pólo de hortaliças do Estado da Bahia. O cultivo de hortaliças, dentre outras características, utiliza espécies de ciclo curto e a aplicação dos agrotóxicos é feita várias vezes ao longo do ano.

Museu Interativo de Anatomia

Maria das Gracas Farias Pinto – Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia

Museu Interativo de Anatomia comparada promove Integração da universidade com a comunidade em geral com atendimento a alunos de Universidades, de Ensino Fundamental e do Ensino Médio, através de visitas orientadas por estudantes da UFBA à exposições de esqueletos de animais domésticos e exóticos, animais taxidermizados e peças anatômicas; tal como palestras e atividades externas ligadas à educação ambiental, com foco especial nos ecossistemas da mata atlântica.
O Museu Interativo de Anatomia Comparada (MIAC) oferece a seus visitantes um mundo de incríveis descobertas. Nosso acervo conta com peças taxidermizadas, esqueletos de caprinos, bovinos, equinos, aves, roedores, anfíbios e  répteis, sendo que sua grande maioria é de mamíferos, entre estes representantes de  cetáceos e primatas, inclusive parte de esqueleto humano. Tal como possui parceria com uma área externa de trabalho, o Memorial da Mata Atlântica, onde, através de exposições ao ar livre, procuramos repassar conhecimentos voltados à ecologia, biodiversidade e equilíbrio dos ecossistemas, além da contribuição humana para tal.
É importante destacar o aproveitamento do MIAC no ramo da história natural, o que tem sido objeto de resgate na educação da comunidade pela relevância de estudos e conhecimento da diversidade da anatomia comparada dos seres vivos. O MIAC recebe visitas de alunos, que são recepcionados por acadêmicos, professores e palestrantes, responsáveis por promoverem um roteiro variado de atividades, como exposições de vídeos, palestras, bate-papos, visitas, as pesquisas desenvolvidas em seus laboratórios e seu acervo, selecionando o assunto a ser abordado dentro do nível de conhecimento de cada turma que nos fará a visita.

Escolas sustentáveis: valorizando o protagonismo juvenil no diagnóstico e desenvolvimento de propostas de intervenção

Rosileia Oliveira de Almeida – Faculdade de Educação

A proposta envolve o desenvolvimento de atividades em colaboração com as Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida (COM-VIDA) de três escolas estaduais, contemplando relações entre ensino, pesquisa e extensão. A colaboração ocorrerá na retomada do diagnóstico escolar (Marco Zero), tendo em vista o conceito de “escolas sustentáveis”, e na definição de estratégias para colocar em prática as ações prioritárias previstas nos Planos de Ação escolares para solução de problemas socioambientais das escolas e seus entornos. Estes Planos de Ação foram construídos no âmbito do Projeto Juventude em Ação, tendo como princípio o protagonismo juvenil, sendo o mesmo implementado sob a orientação da Coordenação de Educação Ambiental e Saúde da Secretaria de Educação do Estado da Bahia, instituição interessada no desenvolvimento da presente proposta. O desenvolvimento da ação, além de subsidiar a implementação dos Planos de Ação Escolares, aproximando as escolas do conceito de “escola sustentável”, irá gerar a produção de conhecimento científico sobre como o referido conceito tem sido apropriado no cotidiano escolar.

Meio ambiente e saúde: abordagem interdisciplinar da problemática do lixo

Claudia Luizon Dias Leme – Instituto de Biologia

A ACC BIO B18 – Saúde e Meio Ambiente: abordagem interdisciplinar da problemática do lixo, Código SIATEX 4946, será desenvolvida no município do Conde/BA, nas comunidades de Sítio do Conde e Siribinha,  que se destacam, por um lado, pela beleza cênica de seus territórios e, por outro, pelas dificuldades de acesso às políticas públicas.
A proposta articula ensino/pesquisa/sociedade, objetivando desenvolver ações educativas abordando os resíduos sólidos nessas comunidades, visando sensibilizá-las para os problemas de degradação ambiental decorrentes do lixo, mobilizando-a para a modificação desse quadro e melhoria da qualidade de vida.
Quanto à formação acadêmica, visa contribuir para que graduandos desenvolvam uma compreensão global da questão ambiental, a partir da reflexão/interação com a comunidade, de forma pró-ativa na transformação da realidade social.
O plano de trabalho fundamenta-se na educação ambiental, buscando fomentar a reflexão sobre os problemas ambientais e as suas relações com questões socioculturais e político-econômicas, construindo valores e atitudes éticas, oportunizando o exercício de uma cidadania ativa.
Será desenvolvida em etapas inter-relacionadas que articularão conhecimentos científicos produzidos na academia com os que a comunidade possui do ambiente no qual se insere, mediante abordagem interdisciplinar, com integração das diferentes áreas do conhecimento na busca de soluções para a questão dos resíduos sólidos na comunidade.
Espera-se que a experiência obtida com a implementação deste projeto forneça subsídios para intervenções futuras, ampliando o seu campo de ação para outras regiões do estado da Bahia que apresentam problemas ambientais decorrentes da ausência de adequado gerenciamento dos resíduos sólidos.

Conservação e uso da água

Yvonilde Dantas Pinto Medeiros – Escola Politécnica

Mapeamento das características locais em relação aos recursos hídricos do ponto de vista do abastecimento humano e das condições de saneamento básico, promovendo o envolvimento e a sensibilização da comunidade local a partir de palestras, oficinas e outras vivencias, com o OBJETIVO GERAL de buscar a melhoria da qualidade de vida comunitária a partir da integração dos saberes técnicos e comunitários.

Ecoestação na ufba: um novo conceito de educação ambiental para as escolas

Guido Laercio Braganca Castagnino – Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia

A criação de minhocas tem despertado o interesse de muitos produtores, em função do baixo investimento inicial, necessidade de pouco espaço. Os resíduos orgânicos gerados pelas atividades domésticas podem ser transformados pelo processo de compostagem, em vermicompostagem em outro produto que não cause problema ambiental. Por as minhocas serem também organismos que não oferecem riscos para as pessoas que as manuseiam, elas são uma ferramenta muito utilizada em cursos e palestras sobre Agro-ecologia e preservação ambiental. Outra criação que não oferece riscos para o público e complementa a atividade de educação ambiental é a criação de abelhas nativas, chamada de Meliponicultura. A instalação de meliponário tem sido utilizada para a introdução do conceito de sustentabilidade, principalmente para a polinização de culturas. Dessa forma, a proposta do presente projeto é instalar, na UFBA, um minhocário para divulgação de técnicas de compostagem, construção de minhocário caseiro, criação de minhocas e sobre educação ambiental e um meliponário-Escola (onde serão abordadas noções sobre biologia da colônia, as castas e a importância da preservação destas espécies para manutenção das nossas matas). O objetivo é que o local se torne um centro de divulgação temática das atividades de conservação ambiental para visitação de escolas infantis e do público em geral. O projeto contará com a participação dos alunos do Curso de Zootecnia, Ciências Biológicas e Medicina Veterinária da UFBA, que ministrarão oficinas lúdicas, palestras, aulas teóricas e práticas, servindo como uma atividade acadêmica de cunho didático-educacional.

Saneamento, educação ambiental e agroecologia em áreas de reforma agrária

Lafayette Dantas da Luz – Escola Politécnica

O objetivo geral desta ACCS é o de desenvolver, em conjunto com a população alvo, atividades ligadas às questões socioambientais e sanitárias, visando enfrentar as problemáticas da realidade, a partir da auto-organização da comunidade. Os segmentos atuantes serão: saneamento, e por consequência de saúde publica, educação ambiental e produção agrícola através de práticas agroecológicas.
O desenvolvimento dessa ACCS, acredita-se, aprimorará a formação universitária dos estudantes na medida em que esses possam colocar-se enquanto sujeitos transformadores da realidade, além de mostrar a importância da extensão na Universidade, ligando o conhecimento teórico  através da escolaridade associada à prática e revelando que o aprendizado também se dá na troca de conhecimento entre universidade e comunidade.
Por outro lado, a ACCS Saneamento, Educação Ambiental e Agroecologia em Áreas de Reforma Agrária possibilitará a provável tomada de consciência por parte da comunidade sobre a importância dos serviços de saneamento e a partir disso a cobrança junto ao poder público.
A troca de saberes entre comunidade e Universidade proporcionará, possivelmente, encaminhamentos para esses problemas. Acredita-se que as formas atuais de produção agrícola e distante dos centros consumidores estão ameaçadas pelo fim do combustível barato e que novas alternativas de produção e, por consequência, de segurança alimentar precisam ser testadas. Essa ACCS, no âmbito da sua atuação geográfica e no ganho de conhecimento do alunado que poderá disseminar a Agroecologia através de trabalhos acadêmicos e práticas profissionais futuras.

Matas Urbanas e agroecologia, usos e convivências nas áreas verdes da UFBA

Maria Aparecida Jose de Oliveira – Instituto de Biologia

A área selecionada para as atividades prática desta  ACC será a Mata da Dança, por ser um remanescente de mata atlântica presente no Campus Ondina/Federação ?UFBA.  Matas urbanas  são responsáveis pela manutenção da diversidade e da qualidade do ar. No entanto, para as comunidades humanas que vivem no entorno , a mata tem valor ritualístico, medicinal e econômico, sendo um local de coleta de espécies animais e vegetais para os diferentes fins. Devido aos diferentes usos, esta área encontra-se bem antropizada, assim estudos são necessários para sua conservação e futuros projetos de restauração.  Dentro deste contexto, esta proposta da ACC  visa promover o convívio e a articulação do conhecimento popular e acadêmico, buscando integrar as duas comunidades dentro da filosofia da sustentabilidade. Esta proposta de ACC faz parte da primeira etapa de um projeto maior referente a restauração das áreas verdes do Campus/UFBA. Nesta ACC será realizada a mobilização e articulação com as comunidades do entorno, buscando os atores envolvidos nas ações de conservação das áreas verdes na UFBA. O conteúdo teórico busca apoderar os estudantes da metodologia de trabalho em comunidades, participação social, bem como a discussão sobre tópicos da agroecologia, e das práticas ecológicas em áreas urbanas. As atividades práticas serão realizadas nas comunidades do entorno da UFBA, buscando levantar os atores envolvidos com as atividades de uso e conservação dos remanescentes de matas da UFBA.  E Na mata da dança serão realizadas as oficinas de trocas de saberes entre os atores da comunidade acadêmica e do entorno da UFBA.

Diálogos em Imagens:interações educacionais

Maria Cecilia de Paula Silva – Faculdade de Educação

A ACC visa aprofundar os conhecimentos sobre a questão ambiental por meio das expressões do corpo e da cultura na poética imagética, na comunidade litorânea  Vila de Stº Antônio que sobrevivem de pesca e artesanato, como ação educacional. Visa o desenvolvimento de competências para o enfrentamento de problemas ambientais, decorrentes dos sociais, econômicos, ampliação dos conhecimentos culturais para o desenvolvimento educacional, social. Pretende ainda, aprofundar os conhecimentos sobre a questão ambiental, do corpo e da cultura por meio da educação e da poética imagética de comunidades carentes, socialmente invisibilizadas. Experimentamos a utilização de linguagens  corporais, ambientais, visuais, vídeo, filme, livro com ilustrações, cartoons, fotografia, etc. Espaço pedagógico de criação de possibilidades, no que se refere a aprendizagem significativa, ao trato com o conhecimento histórico/ memórias da cultura brasileira, devido a necessidade de discutir esta temática a partir do foco educacional, em parceria com comunidades, associações culturais e instituições de ensino e pesquisa, impactando positivamente na formação de valores e compreensão da importância do conhecimento científico e cultural da problemática ambiental para o desenvolvimento sócio-educacional. Nas comunidades assistida, o impacto será imediato no sentido de valorização das expressões corporais e culturais importantes para a melhoria das condições de vida e da compreensão da preservação, organização e sistematização da mesma para a superação dos problemas de comunidades historicamente excluídas. Utilizamos as linguagens corporal, imagética, científica, artística e literária, dialogando com a comunidade universitária e sociedade, em uma perspectiva histórica, valorizando a pesquisa e a tecnologia no campo educacional.

Implantação e Manutenção de Hortas na área da Antiga Usina de Compostagem da UFBA e na Comunidade do Calabar

Josanidia Santana Lima – Instituto de Biologia

Hortas urbanas e/ou periurbanas surgiram há algumas décadas nos vazios urbanos e nas periferias das cidades. Inicialmente serviam de complemento de renda para aposentados, mas com as crises econômicas e desemprego passaram a atrair a população mais jovem também. Nos Estados mais sulistas as hortas urbanas e periurbanas  tornaram-se importantes fontes de hortaliças frescas principalmente as folhosas, como alface, almeirão, chicória e rúcula. Projetos de Hortas podem Promover a saúde da população, através de ações educativas; Trabalhar ludicamente questões ambientais e sociais; Criar vínculos afetivos e solidários entre os estudantes e a comunidade; Promover a segurança alimentar do público alvo e da comunidade local; Gerar trabalho e renda através da produção de alimento saudável e com baixo custo; Ser veículo capacitador no gerenciamento de empreendimentos; Elevar a auto-estima. É indispensável o planejamento e o uso de técnicas adequadas na implantação e manutenção de hortas com fins lucrativos, destinadas ao lazer ou à preservação da saúde humana e  ambiental. Este projeto já em desenvolvimento na área da antiga usina de compostagem  no Campus  de Ondina da UFBA é fruto das atividades das ACCS passadas que retomou esse espaço  como plataforma para o desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão.  A partir do presente semestre (2013.2) esta ACCS vem se articulando com a ONG AVANTE e desenvolvendo atividades de sensibilização com crianças da Comunidade do Calabar com o intuito de implantar uma horta. Uma série de atividades está sendo desenvolvida em parceria com a AVANTE, com  previsão de implantação da horta móvel até final do semestre 2013.2. Estas atividades serão continuadas no semestre 2014.1.

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